“TAXISTA”, UM PROFISSIONAL do TRÂNSITO.

taxista

Parece-me completamente equivocada a ideia que certos “motoristas de taxi” possuem, sobre o “senso real” e da importância que estes representam, para a mobilidade urbana.

Saibam que nem todos os heróis usam capas, e que alguns preferem usar simplesmente, a responsabilidade coletiva.

A ironia, é que tanto aqueles motoristas “que cumprem o seu dever” conduzindo estes veículos, quanto os “que não cumprem”, estão sendo completamente desqualificados pela população…Algo do tipo: “Olhei em volta… e não vi nem Deus e nem os anjos”.

Para certos motoristas o desconhecido e o proibido são a mesma coisa…Avançam com o sinal no vermelho (Como se a “vida” fosse mercadoria).

– Ultrapassam pela direita de outros veículos ou pelos acostamentos, assumindo o papel de “público”, “audiência”, “telespectadores”, e não de “participantes”.

– Permitem que o seu passageiro ou eles mesmos, joguem tocos de cigarros e demais “apetrechos” pelas janelas do taxi, desconsiderando que podem atingir pedestres,  motociclistas e ciclistas…além de contribuir para o aumento da probabilidade de colisões,
e de sujarem a cidade.

– Falam ao celular enquanto dirigem (Sendo guiados e protegidos por quem?).

– Não orientam o passageiro a usar o cinto de segurança quando sentados no banco de trás, preferindo à cegueira e o adormecimento.

– Não deixam visível a sua identificação e a respectiva foto, como que decididos a seguir,
a eles mesmos.

– Além de trafegar em alta velocidade e de forma imprudente, assim como, outras “coisas desumanizadas” a mais.

Por vezes, alguns motoristas de taxi deveriam ser avaliados à parte, avaliados como indivíduos, com imensa disposição a “toques de loucura”.

Atualmente, subir em certos taxis é como viajar com o desconhecido…

Alguns aparentam aquele humano destemido; que cotidianamente
encara sua profissão, simplesmente, como mais uma “chateação” da vida…

Tal qual aquela semente que morreu, sem ao menos florescer.

Já peguei um taxi no qual o motorista, dirigiu-se a mim com certa espécie de “grunhido”…

.Bem, algo semelhante a um “ruído” absolutamente intoxicante.

E então a ação ficou quente e pesada…(Pois a repulsa ficara tatuada em minha expressão facial).

Parecia que queria (o motorista), zombar de minha perícia cidadã.

Confesso que naquele momento, senti que meu orgulho e minha reputação pareciam ameaçados.

Estava em uma sinuca  orquestrada pelo “distrato” e o “descaso”.

Meu arsenal de “paciência”… se esgotara.

Mas achei melhor, encontrar uma solução diplomática, pois não estava a participar de nenhum concurso para “radialista”, e fiz moradia no silêncio…

(Que também é um valor fundamental)

Mas confesso que fiquei decepcionado, decepcionado tal qual o lobo, que perde o “pelo” mas não perde o instinto.

E assim penso, em não deixar mais, que a expectativa de fazer uma viagem tranquila de táxi, se evapore.

Claro que, não desejo um desapontamento amargo  e nem que a situação venha a oportunizar risco de colisões, pois não sou de colocar beleza no sofrimento.

E desta forma no atualmente, sempre que ocorre qualquer indício, por parte de um motorista de taxi, no qual interprete como um breve futuro sombrio, ou mesmo uma personificação absoluta de uma insanidade desamparada, acreditem…grito como uma criatura viva!

E num gesto dramático digo que podemos estar nos metendo numa encrenca,
e que “eu”, sou a pessoa que pode nos tirar dela.

E se ainda assim, o “dito” motorista tomar uma atitude, que supere a minha intuição,  tanto quanto a imaginação, prontamente exijo que pare.

Desfaço a filosofia da angústia, e meio que parecendo contraditório, desço, e vou de ônibus para o meu destino.

E acreditem, que nem ouso olhar para trás.

Nem mesmo para pegar um novo impulso!

Simplesmente sigo meu rumo…rumo este, tal qual a do menino, que lépido e faceiro, não admiti que sua alegria, acabe tão cedo.

Abraços… Se gostar, compartilhe com seu amigo taxista e os demais.

ACésarVeiga

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